Conclusões

Tinhamos definido dois objetivos principais: verificar se a intensidade dos campos eletromagnéticos variam com a distância e saber se as ondas eletromagnéticas têm consequências pejorativas para nossa saúde.

Em relação ao primeiro objetivo verificamos que os campos magnético e elétrico diminuem com a distância. Como já se tinha explicado no fundamento teórico (na pagina dos “campos magnéticos” e “campos elétricos“), a intensidade do campo magnético varia com a densidade de linhas de campo. Assim, se a intensidade dos campos diminuir, então a densidade de linhas de campo também diminui.

As conclusões que tirámos da realização deste projeto são muito assustadoras: estamos sujeitos a essas radiações em muitos dos espaços em que estamos diariamente, mesmo naqueles que aparentemente não têm muitos aparelhos elétricos por perto. Por outro lado, os valores que nós obtivemos são muito menores do que esperavamos, por exemplo, os valores dos campos magnéticos estavam na ordem dos nanoTeslas, 10^-9 Teslas.

E comparando os nossos resultados com os valores limites estabelecidos pela UE (tabela pode ser encontrada clicando aqui), os nossos resultados têm valores muito menores.

Ao pesquisar sobre o tema reparámos que as informações que existem sobre as radiações eletromagnéticas e as suas consequências para a nossa saúde, são muito escassas, o que faz com que utilizemos os nossos aparelhos elétricos sem qualquer preocupação e precaução.

Devia ser uma das prioridades de todos os cientistas desta área investigar para poder assegurar que os nossos telemóveis, por exemplo, que utilizamos diariamente e que temos sempre connosco, não leve a consequências de meio ou longo prazo, como por exemplo cancro ou infertilidade, entre outros.